terça-feira, 1 de novembro de 2011

Estrutura do Inconsciente Para Freud

            O "ID", grosso modo, correspondente à sua noção inicial de inconsciente, seria a parte mais primitiva e menos acessível da personalidade. Freud afirmou: "Nós chamamos de (...) um caldeirão cheio de axcitações fervescentes. [O id] desconhece o julgamento de valores, o bem e o mal, a moralidade" (Freud, 1933, p. 74). As forças do id buscam a satisfação imediata sem tomar conhecimento das circunstâncias da realidade. Funcionam de acordo com o princípio do prazer, preocupadas em reduzir a tensão mediante a busca do prazer e evitando a dor. A palavra em alemão usada por Freud para id era es, que queria dizer "isso".
              O ego serve como mediador, um facilitador da interação entre o id e as circunstâncias do mundo externo. O ego representa a razão ou a racionalidade, ao contrário da paixão insistente e irracional do id. Freud chamava o ego de ich, traduzido para o inglês como  "I"  (Eu"  em português). O ego obedece ao princípio da realidade, refreando as demandas em busca do prazer até encontrar o objeto apropriado para satisfazer a necessidade e reduzir a tensão.
             A terceira parte da estrutura da personalidade definida por Freud,osuperego,desenvolve-se desde o inicio da vida,quando a criança assimila as regras de comportamento ensinadas pelos pais ou responsáveis mediante o sistema de recompensas e punições. O comportamento inadequado  sujeito à punição torna-se parte da consciência da criança, uma porção do superego.
             O superego representa a moralidade. Freud descreveu-o como o "defensor da luta em busca da perfeição - o superego é, resumindo, o máximo assimilado psicologicamente pelo indivíduo do que é considerado o lado superior da vida humana" (Freud, 1933, p. 67). 



RESUMINDO:
*Id: fonte de energia psíquica e o aspecto da personalidade relacionado aos instintos.

**Ego: aspecto racional da personalidade responsável pelo controle dos instintos.

***Superego: o aspecto moral da personalidade, produto da internalização dos valores e padrões recebidos dos pais e da sociedade.




FONTE:
anupamm.tripod.com/freudst.html
psychology.about.com/od/theoriesofpersonality/.../consciousuncon.html
gestalttheory.net/archive/KoffkaUnconscious.pdf

domingo, 23 de outubro de 2011

Redes Sociais Virtuais


Para iniciarmos esse assunto citarei as redes sociais virtuais mais conhecidas atualmente: Orkut, MySpace, Facebook, Twitter, Fotolog, Via6, Flickr, Windows Live Spaces, Amor em Cristo, Amiguinhos, OctoPop (antigo Gazzag), Last.FM, Lance Activo, LinkedIn, Par Perfeito, UOL K, Vox, Yahoo 360, Friendster, Hi5,Friends Reunited, Cyworld, Mixi.




  •  Vamos entender o que são redes sociais virtuais.
                As Redes Sociais Virtuais são grupos ou espaços específicos na Internet, que permitem partilhar dados e informações, sendo estas de caráter geral ou específico, das mais diversas formas (textos, arquivos, imagens fotos, vídeos, etc.). Há também a formação de grupos por afinidade, formando comunidades virtuais, com ou sem autorização, e de espaços abertos ou não para discussões, debates e apresentação de temas variados (comunidades, fóruns, twitter, sites de relacionamento).

  • Como elas estão sendo utilizadas?
                Ao se questionar para que servem as redes sociais virtuais o que logo vem em nossas cabeças é: “elas conectam as pessoas por intermédio do computador”; “eu posso falar com pessoas que não tenha contato a muito tempo”. Porém, como tudo na vida, as redes sociais virtuais também possui seu lado negativo. O que preocupa, é o fato de existir muitas pessoas trocando o contato físico/real pelo virtual. Exemplo: pessoas que estão no mesmo ambiente, mas ao invés de conversarem diretamente elas conversam por MSN.



No artigo “As Redes Sociais Virtuais - Uma proposta de escola paralela”, escrito por Cláudia Coelho Hardagh; Serviço Nacional de Aprendizagem Profissional-SENAC propõem a utilização das redes sociais virtuais como espaço de aprendizagem alternativo para suporte do ensino presencial, neste trabalho estes espaços hipermidiáticos são denominados de Escolas paralelas.
                A pesquisa em desenvolvimento procurou levantar e analisar as categorias psico-pedagógicas, comunicacionais, cognitivas e  sociológicas presentes nesses espaços virtuais com possibilidade de uso pelos professores para potencializar a aprendizagem do aluno.  Analisar as características ideológicas das novas mídias e como o seu  uso como instrumento pedagógico pode contribuir para a mudança da  relação professor e aluno, do espaço e tempo escolar, na motivação e  aprendizagem. 


 
Fontes:  
  • blog.censanet.com.br/2009/04/redes-sociais-virtuais/
  • www.abed.org.br/congresso2007/tc/4192007114858AM.pdf